MIRANDA, Adelaide; CHAMBEL, Pedro (coord.) – Bestiário Medieval. Perspectivas de Abordagens. Lisboa: Instituto de Estudos Medievais, 2014. E-book (110 p.). ISBN: 978-989-987-3-0
DOI:
https://doi.org/10.4000/medievalista.1142Resumo
Vivemos em uma sociedade onde os animais, pode-se dizer, passaram a fazer “parte da família”. Boa parte das famílias, quer na Europa ou nas Américas possuem um cão, um gato, um pássaro, um coelho, uma tartaruga ou um peixe. Há mesmo aqueles que adotam animais nem sempre considerados como domésticos, tais como porcos, aves de rapina, cobras e toda uma variedade de répteis. A nossa intimidade com os animais é tamanha, que, já gerou filmes e livros comoventes, personagens de desenhos animados e até mesmo mais de um canal de televisão são exclusividade dos animais. Trata-se aí, não só das suas doenças e particularidades, mais até da sua estética, buscando humaniza-los com vestimentas femininas ou masculinas. Este é um mercado que em muitos países movimenta milhões. A relação homem /animal é tão antiga, quanto a existência dos homens e dos animais. Em tempos remotos, os homens não só se nutriram dos animais, como chegaram a vestir literalmente, a sua pele.
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