A Cultura da Nobreza (sécs. XII-XIV)
Balanço sem perspectivas
Resumo
Pediu-me o doutor Bernardo para apresentar neste III Seminário do IEM um ponto da situação quanto aos estudos sobre a cultura nobiliárquica portuguesa medieval. Os limites de tempo obrigaram-me a restringir cronologias, a cingir-me ao essencial e a situar-me sobretudo no campo historiográfico. Mesmo assim, como todos os balanços individuais, é subjectivo e lacunar. As restritas áreas de investigação em que cada um de nós se move, e a impossibilidade de dominar ou tão-só de seguir com atenção as publicações de assuntos tão diversos quanto os que se referem ao tema proposto a isso obrigam inevitavelmente. Acresce que, num tema frequentado por historiadores, mas também por arqueólogos, historiadores da literatura, filólogos, historiadores da arte e heráldicos — e estarei talvez a esquecer alguém — qualquer balanço apenas poderá aspirar à condição de esboço a ser completado por propostas provenientes doutras áreas de investigação.
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