Elena Arizmendi Mejía: Enfermeira, revolucionária e feminista: “Insubordinada e insurrecta”

Autores

  • Douglas C. Nance Universidad de la Sierra Sur, Instituto de Investigación Sobre la Salud Pública, Miahuatlán de Porfirio Díaz, C.P. 70805, Oaxaca, México https://orcid.org/0000-0002-5496-1240

DOI:

https://doi.org/10.34619/yc4q-e5fb

Palavras-chave:

Enfermagem, Feminismo, Revolução Mexicana, Revolução Maderista

Resumo

Elena Arizmendi (1884-1949), enfermeira revolucionária e democrata liberal feminista, formou-se durante o período de transição entre os cuidados domiciliários e a autonomia profissional. Frequentemente, entrava em conflito com os médicos mexicanos sexistas da época. Durante a Revolução Mexicana de 1910, a Cruz Vermelha Mexicana recusou-se a cuidar de revolucionários
feridos, razão por que Elena fundou a Cruz Branca Neutra Mexicana para cuidar de todos os grupos. A sua carreira como enfermeira foi curta, mas mais longa foi a de ativista feminista e social. Este trabalho centra-se nos seus anos de enfermagem e nos primórdios do seu pensamento ativista e feminista.

Publicado

2026-07-14

Edição

Secção

Dossiê: Genealogias feministas na América Latina: o papel de Elena Arizmendi, a enfermeira feminista e outras vozes do século XX