Ema c’est moi! Écriture féminine no romance de Maria Teresa Horta
DOI:
https://doi.org/10.34619/ous1-dh3qPalavras-chave:
Écriture féminine, autopoiese, Maria Teresa Horta, EmaResumo
O presente ensaio crítico pretende explorar a questão da écriture féminine a partir do romance Ema, de Maria Teresa Horta. Assumindo uma matriz epistemológica feminista, abordo a questão entre sujeito-texto-corporalidade, dialogando com pressupostos teóricos de Luce Irigaray e Hélène Cixous. Neste contexto, proponho uma releitura de Ema assente na dialética entre a autopoiese da personagem principal e as quatro estratégias de agenciamento e criação ontológica
embasadas no corpo identificadas: resgate do eu e mimese; autoerotismo; relação especular com a mãe e, por fim, maternidade.

