Ema c’est moi! Écriture féminine no romance de Maria Teresa Horta

Autores

  • Sílvia Lazary de Matos Guionista. Licenciada em Estudos Portugueses. Pós-graduada em Gestão e Curadoria da Informação, em Comunicação Cultura e Tecnologias da Informação e em Estudos sobre as Mulheres. Frequentou o programa de Doutoramento em Estudos de Género. https://orcid.org/0009-0001-5207-5595

DOI:

https://doi.org/10.34619/ous1-dh3q

Palavras-chave:

Écriture féminine, autopoiese, Maria Teresa Horta, Ema

Resumo

O presente ensaio crítico pretende explorar a questão da écriture féminine a partir do romance Ema, de Maria Teresa Horta. Assumindo uma matriz epistemológica feminista, abordo a questão entre sujeito-texto-corporalidade, dialogando com pressupostos teóricos de Luce Irigaray e Hélène Cixous. Neste contexto, proponho uma releitura de Ema assente na dialética entre a autopoiese da personagem principal e as quatro estratégias de agenciamento e criação ontológica 
embasadas no corpo identificadas: resgate do eu e mimese; autoerotismo; relação especular com a mãe e, por fim, maternidade.

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Publicado

2026-07-14

Edição

Secção

Dossiê: Teresa e variações à volta da sua obra