Motivos que inclinam sem necessitar. Leibniz e a defesa da liberdade na correspondência com Clarke

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4000/cultura.2097

Palavras-chave:

Lebniz, Clarke, liberdade, necessidade, vontade

Resumo

Uma das principais discussões na correspondência Leibniz-Clarke tem que ver com o melhor modo de conceber a liberdade da vontade. A relação entre a vontade e os motivos é semelhante à que se verifica entre a balança e os pesos? A vontade tem a capacidade de contrariar a inclinação mais forte? A noção de motivos que inclinam sem necessitar basta para defender a liberdade? Estas e outras perguntas constituem o campo de batalha em que duas diferentes perspectivas acerca da liberdade humana e divina se enfrentam. O nosso artigo foca a posição de Leibniz a respeito deste tema, tal como se desenha nas cartas tro­cadas com Clarke. Nele, sublinhamos as preocupações fundamentais de Leibniz na tarefa de conceptualização da vontade livre, oferecemos um brevíssimo resumo da sua argumentação e partilhamos algumas dificuldades relativas à interpretação das teses apresentadas pelo filósofo alemão.

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Publicado

01-06-2013

Como Citar

Lucas Pires, S. (2013). Motivos que inclinam sem necessitar. Leibniz e a defesa da liberdade na correspondência com Clarke. Cultura, 32, 307–316. https://doi.org/10.4000/cultura.2097

Edição

Secção

Número especial | A ciência na obra de G. W. Leibniz. Leibniz em diálogo