O estrangeiro indesejável: O Brasil e António Aniceto Monteiro (lutas, tramas, diplomacias e polícias)
DOI:
https://doi.org/10.34619/vfec-0fz5Palavras-chave:
matemáticos, físicos, política, exílios, perseguiçõesResumo
No final de Fevereiro de 1945, o matemático português António Aniceto Monteiro embarca para o Rio de Janeiro contratado pela Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil, dando início a um exílio de mais de trinta anos na América do Sul. Este artigo descreve a sua actividade como antifascista, que levou a que fosse perseguido pelas autoridades brasileiras e impedido de regressar ao Brasil quando se exilou na Argentina no final de 1949, onde veio a falecer em 1980. Descreve ainda a perseguição que lhe foi movida, em 1959, quando conseguiu fazer uma visita de poucos meses ao Brasil a convite do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas.
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